Eclodindo artemias salinas.
Minha receita é:
1 L de agua filtrada.
2 colheres de chá de sal grosso
2 colherzinhas de café de bicarbonato. Agua da torneira em 6.3.
1 colher de café de ovos.
Temp 27 C.
Uma luminária sobre o artemilheiro.
Em 24 h o percentual de eclosão é bem alto.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Meus disco está desenvolvendo?
Esta é uma pergunta comum, principalmente entre novos criadores e hobbystas.
Os fatores que interferem no crescimento dos discus são: alimentação, genética e vida saudável.
É fato que os patês aceleram o crescimento dos discus.
Uma vida saudável principalmente no primeiro ano determinará se o peixe desenvolverá ou não.
E contra a genética não há como lutar.
De modo geral, tendo observado as características acima, um discu cresce em média 1 cm por mês até os 12 meses de idade (1,5 cm/mês até o quarto), diminuindo após um ano a velocidade de crescimento até atingir a sua plenitude aos dois anos de idade.
Deve-se notar que machos crescem mais que as fêmeas e aquelas que desovam ainda juvenis tendem a ficar menor.
Então a dica é: invista nos seus peixes juvenis para que eles não adoeçam e se alimentem bem, mantenha a água sempre excelente e terá discos grandes.
Esta é uma pergunta comum, principalmente entre novos criadores e hobbystas.
Os fatores que interferem no crescimento dos discus são: alimentação, genética e vida saudável.
É fato que os patês aceleram o crescimento dos discus.
Uma vida saudável principalmente no primeiro ano determinará se o peixe desenvolverá ou não.
E contra a genética não há como lutar.
De modo geral, tendo observado as características acima, um discu cresce em média 1 cm por mês até os 12 meses de idade (1,5 cm/mês até o quarto), diminuindo após um ano a velocidade de crescimento até atingir a sua plenitude aos dois anos de idade.
Deve-se notar que machos crescem mais que as fêmeas e aquelas que desovam ainda juvenis tendem a ficar menor.
sexta-feira, 10 de julho de 2015
O uso do sal grosso no tratamento dos Discus
Utilizado a muitos anos pelos criadores o sal em proporção adequada é efetivo contra muitos parasitas e protozoários, tais como Costia, Trichodina, Chilodonella, parasitas de guelrras e outros ectoparasitas.
Este pode ajudar nos problemas de regulagem osmótica causado por úlceras bacterianas; ajudam a limpar as brânquias congestionadas, servindo ainda como suporte aos peixes que sofrem de estresse. Devido a sua forma de trabalho, diferente da maioria dos outros tratamentos, o sal é considerado mais seguro e não afetará adversamente a filtragem biológica do aquário. Este é utilizado geralmente em taxas razoavelmente elevadas em banhos de curta duração, mas poderá ser utilizado como um tratamento de suporte de longo prazo.
Observe que algumas espécies, notadamente alguns tetras e peixes de fundo não toleram bem o tratamento com sal.
O sal como parasiticida
Sua ação está baseada em alterar o fluxo osmótico que ocorre entre o parasita ou os peixes e a água. Lembrando que a osmose é o movimento da água de uma área de baixa concentração para uma área de maior concentração.

Isto significa que em um tanque de água doce há um movimento contínuo da água do aquário para os líquidos do corpo do parasita ou peixe que contêm moléculas dissolvidas tais como as proteínas, os sais, os íons etc. Como isto é controlado? A maioria dos organismos aquáticos tais como peixes e parasitas controlam este fluxo contínuo através da osmoregulação.
Se nós adicionarmos sal à água, o fluxo osmótico se inverterá. Então, em vez da água estar sendo extraída pelo parasita, acontecerá o inverso, a água será expelida deste desidratando o organismo.
Note que todos os organismos estarão sob a mesma ação, parasitas e peixes. Mas obviamente os organismos menores, tais como os parasitas das guelras, serão afetados mais rapidamente e com maior severidade que um grande peixe.
Além de controlar parasitas, os banhos de curta duração têm ainda um efeito adstringente suave e ajudam as brânquias congestionadas limpando o excesso de muco.
Na recuperação de úlceras e combate ao estresse
Um dos efeitos do estresse é interferir direto na osmoregulação. Um banho de longa duração a uma baixa concentração (2 a 3 gramas por o litro) pode ajudar a aliviar o estresse osmótico, retirando água dos peixes. Isto é particularmente importante em águas moles porque contem menor quantidade de substâncias dissolvidas (e tem conseqüentemente mais moléculas de água livres), e cria assim um efeito osmótico mais forte do que uma água dura. O mesmo efeito ocorre com úlceras bacterianas. Úlceras são literalmente furos na pele, onde sem o muco a água pode inundar o corpo do peixe, e outra vez esta ação é mais evidente em águas moles. Reduzir o fluxo osmótico adicionando uma pequena quantidade de sal à água reduzirá o ingresso da água no copo do peixe.
Tratamentos:
Imersão prolongada:
2 a 3 gramas por litro. Para aceleração da produção de muco, regeneração de ulceras bacterianas e como auxiliar em tratamento de infecções bacteriana no aparelho digestivo, quando há acumulo de líquido interno(abdômen inchado). Duração: 7 a 12 dias
Imersão de curta duração:
10 a 20 gr por litro por até 30 minutos. Este procedimento somente poderá ser executado com o acompanhamento visual do criador. Observe que a dose mais elevada será tolerada somente por poucos minutos. Quando o peixe perder o equilíbrio, retire-o imediatamente para outro aquário com água pré-condicionada. O tratamento é utilizado contra ectoparasitas e em doença bacteriana das brânquias.
Este pequeno artigo foi escrito baseado na minha experiencia de décadas utilizando o sal e nas excelentes referencias abaixo.
Referência:
Associação de Criadores do Reino Unido,
Discus Naked True – Andrew Soh
Utilizado a muitos anos pelos criadores o sal em proporção adequada é efetivo contra muitos parasitas e protozoários, tais como Costia, Trichodina, Chilodonella, parasitas de guelrras e outros ectoparasitas.
Este pode ajudar nos problemas de regulagem osmótica causado por úlceras bacterianas; ajudam a limpar as brânquias congestionadas, servindo ainda como suporte aos peixes que sofrem de estresse. Devido a sua forma de trabalho, diferente da maioria dos outros tratamentos, o sal é considerado mais seguro e não afetará adversamente a filtragem biológica do aquário. Este é utilizado geralmente em taxas razoavelmente elevadas em banhos de curta duração, mas poderá ser utilizado como um tratamento de suporte de longo prazo.
O sal como parasiticida
Sua ação está baseada em alterar o fluxo osmótico que ocorre entre o parasita ou os peixes e a água. Lembrando que a osmose é o movimento da água de uma área de baixa concentração para uma área de maior concentração.
Isto significa que em um tanque de água doce há um movimento contínuo da água do aquário para os líquidos do corpo do parasita ou peixe que contêm moléculas dissolvidas tais como as proteínas, os sais, os íons etc. Como isto é controlado? A maioria dos organismos aquáticos tais como peixes e parasitas controlam este fluxo contínuo através da osmoregulação.
Se nós adicionarmos sal à água, o fluxo osmótico se inverterá. Então, em vez da água estar sendo extraída pelo parasita, acontecerá o inverso, a água será expelida deste desidratando o organismo.
Note que todos os organismos estarão sob a mesma ação, parasitas e peixes. Mas obviamente os organismos menores, tais como os parasitas das guelras, serão afetados mais rapidamente e com maior severidade que um grande peixe.
Além de controlar parasitas, os banhos de curta duração têm ainda um efeito adstringente suave e ajudam as brânquias congestionadas limpando o excesso de muco.
Na recuperação de úlceras e combate ao estresse
Um dos efeitos do estresse é interferir direto na osmoregulação. Um banho de longa duração a uma baixa concentração (2 a 3 gramas por o litro) pode ajudar a aliviar o estresse osmótico, retirando água dos peixes. Isto é particularmente importante em águas moles porque contem menor quantidade de substâncias dissolvidas (e tem conseqüentemente mais moléculas de água livres), e cria assim um efeito osmótico mais forte do que uma água dura. O mesmo efeito ocorre com úlceras bacterianas. Úlceras são literalmente furos na pele, onde sem o muco a água pode inundar o corpo do peixe, e outra vez esta ação é mais evidente em águas moles. Reduzir o fluxo osmótico adicionando uma pequena quantidade de sal à água reduzirá o ingresso da água no copo do peixe.
Tratamentos:
Imersão prolongada:
2 a 3 gramas por litro. Para aceleração da produção de muco, regeneração de ulceras bacterianas e como auxiliar em tratamento de infecções bacteriana no aparelho digestivo, quando há acumulo de líquido interno(abdômen inchado). Duração: 7 a 12 dias
Imersão de curta duração:
10 a 20 gr por litro por até 30 minutos. Este procedimento somente poderá ser executado com o acompanhamento visual do criador. Observe que a dose mais elevada será tolerada somente por poucos minutos. Quando o peixe perder o equilíbrio, retire-o imediatamente para outro aquário com água pré-condicionada. O tratamento é utilizado contra ectoparasitas e em doença bacteriana das brânquias.
Este pequeno artigo foi escrito baseado na minha experiencia de décadas utilizando o sal e nas excelentes referencias abaixo.
Referência:
Associação de Criadores do Reino Unido,
Discus Naked True – Andrew Soh
Cloridrato de Levamisol
Tenho utilizado o Levamisol para tratar verminoses com excelente resultado e divido aqui com vocês.
Levamisol é um fármaco imunoestimulante e antihelmintico descoberto pela janssen Farmacêutica em 1966. No Brasil o médico Dr. Luis Moura relata:
Eu fiz dezenas de aplicações utilizado o fármaco RIPERCOL na dosagem imunoestimulante, em mais de 30 discus, com tamanho igual ou superior a 7-8 cm. Em 99% dos casos (selvagens e híbridos) o procedimento foi seguro sem nenhum sintoma aparente de estresse. O resultado obtido foi surpreendente. A aplicação não ficou restrita ao tratamento anti-helmintico, mas em todos os casos onde o objetivo era estimular o sistema imunológico (ex: pós-enfermidades). Após as aplicações eu fazia analise de amostras de fezes no microscópio constatando a eficiência do produto.
Utilizei a apresentação do produto Ripercol.
Link da bula: http://www.agroline.com.br/produto/ver/494/ripercol-oral-1000-ml.html
Aplicações:
Dosagem imunoestímulante inespecifica:
A dosagem imunoestimulante é de 10 mg/kg de peso vivo (litros no nosso caso).
Ou ainda se preferir: 2 ml para cada 10 litros.
Dosagem antelmintica:
A dosagem recomendada é de 15 mg/kg de peso vivo, o seja 3 ml para cada 10 litros de água.
Tempo de aplicação: 24 horas.
Aviso:
Cabe resaltar que não se trata de um produto sem efeitos colaterais.
Em mais de 12 aplicações que fiz, eu observei: um selvagem disparando e um óbito.
Ex: tratei 4 peixes, um de 15 cm um de 10 cm e dois de 7 cm com a dosagem de 3 ml.
Após 24 h o peixe de 10cm foi a óbito e os demais estavam saudáveis. Este foi o único óbito com o uso do produto,
Antes do tratamento todos estavam sintomáticos mais saudáveis, gordos.
O que faleceu ou era sensível ao produto ou o fígado não processou a química.
A final os 3 ficaram sadios, recuperados da parasitose.
Levamisol é um fármaco imunoestimulante e antihelmintico descoberto pela janssen Farmacêutica em 1966. No Brasil o médico Dr. Luis Moura relata:
Citação:
“O Ascaridil é um medicamento que foi / é usado para vermes. A matéria-prima genérica chama-se: Cloridrato de Levamisol. O Ascaridil foi descoberto por acaso, por uns médicos americanos que fazendo uma campanha contra a verminose na Califórnia, eles verificaram que os pacientes com Leucemia tinham tido bons resultados, tinham melhorado os pacientes com Leucemia, mas tinha sido dado o remédio para verme, era uma campanha contra verminose na população mais pobre lá da Califórnia. Bom, então eles resolveram estudar o Cloridrato de Levamisol e descobriram que ele tinha um enorme potencial de estímulo imunológico, e ele funcionava em uma série de doenças, em herpes, funcionava muito bem, herpes simples, herpes zoster e até em hanseníase ele foi usado com ótimos resultados, artrite reumatóide e também em câncer, então também estimulando o sistema imunológico, eles usavam como coadjuvante da quimioterapia e da radioterapia, como coadjuvante; mas misteriosamente, o produto com esta finalidade que se chama Estimamizol, foi retirado do mercado, nunca mais existiu...”
Eu fiz dezenas de aplicações utilizado o fármaco RIPERCOL na dosagem imunoestimulante, em mais de 30 discus, com tamanho igual ou superior a 7-8 cm. Em 99% dos casos (selvagens e híbridos) o procedimento foi seguro sem nenhum sintoma aparente de estresse. O resultado obtido foi surpreendente. A aplicação não ficou restrita ao tratamento anti-helmintico, mas em todos os casos onde o objetivo era estimular o sistema imunológico (ex: pós-enfermidades). Após as aplicações eu fazia analise de amostras de fezes no microscópio constatando a eficiência do produto.
Utilizei a apresentação do produto Ripercol.
Link da bula: http://www.agroline.com.br/produto/ver/494/ripercol-oral-1000-ml.html
Aplicações:
Dosagem imunoestímulante inespecifica:
A dosagem imunoestimulante é de 10 mg/kg de peso vivo (litros no nosso caso).
Ou ainda se preferir: 2 ml para cada 10 litros.
Dosagem antelmintica:
A dosagem recomendada é de 15 mg/kg de peso vivo, o seja 3 ml para cada 10 litros de água.
Tempo de aplicação: 24 horas.
Aviso:
Cabe resaltar que não se trata de um produto sem efeitos colaterais.
Em mais de 12 aplicações que fiz, eu observei: um selvagem disparando e um óbito.
Ex: tratei 4 peixes, um de 15 cm um de 10 cm e dois de 7 cm com a dosagem de 3 ml.
Após 24 h o peixe de 10cm foi a óbito e os demais estavam saudáveis. Este foi o único óbito com o uso do produto,
Antes do tratamento todos estavam sintomáticos mais saudáveis, gordos.
O que faleceu ou era sensível ao produto ou o fígado não processou a química.
A final os 3 ficaram sadios, recuperados da parasitose.
Constipação ou barriga inchada
Hoje venho escrever sobre constipação ou barriga inchada.
Primeiro antes de pensar que o seu peixe está doente, o sintoma deverá estar acompanhado de mudança de cor (escura), perda de apetite, nado próximo à superfície. Nem sempre conseguimos perceber o escurecimento dependendo da pigmentação predominante.
Peixes jovens com o estômago cheio após a alimentação é normal e até certo ponto desejável.
Em caso de doença, a mesma normalmente está relacionada a:
1) alimento de baixa qualidade, fermentado ou contaminado (hormônio, subst. química,etc);
2) infestação de vermes (verminose). Mais comum em peixes juvenis;
3) infecção bacteriana do aparelho digestivo;
4) infecção viral.
Tratamento:
Em todos os casos, primeiro corte a alimentação.
Evite transportar o disco ou faça com muito cuidado.
1) use um laxante, como sal de epson e deixe o peixe 1 a 2 dias sem alimentação.
2) use um laxante, trate com o vermífugo apropriado e nos dias seguintes volte a alimentar moderadamente.
3) sal grosso e um antibiótico de amplo espectro, aplicado de acordo com a bula.
4) ainda não há tratamento.
Obs:
Os discus mais jovens possuem o estômago mais elástico que os adultos.
Evite estresses desnecessários ao máximo.
Hoje venho escrever sobre constipação ou barriga inchada.
Primeiro antes de pensar que o seu peixe está doente, o sintoma deverá estar acompanhado de mudança de cor (escura), perda de apetite, nado próximo à superfície. Nem sempre conseguimos perceber o escurecimento dependendo da pigmentação predominante.
Peixes jovens com o estômago cheio após a alimentação é normal e até certo ponto desejável.
Em caso de doença, a mesma normalmente está relacionada a:
1) alimento de baixa qualidade, fermentado ou contaminado (hormônio, subst. química,etc);
2) infestação de vermes (verminose). Mais comum em peixes juvenis;
3) infecção bacteriana do aparelho digestivo;
4) infecção viral.
Tratamento:
Em todos os casos, primeiro corte a alimentação.
Evite transportar o disco ou faça com muito cuidado.
1) use um laxante, como sal de epson e deixe o peixe 1 a 2 dias sem alimentação.
2) use um laxante, trate com o vermífugo apropriado e nos dias seguintes volte a alimentar moderadamente.
3) sal grosso e um antibiótico de amplo espectro, aplicado de acordo com a bula.
4) ainda não há tratamento.
Obs:
Os discus mais jovens possuem o estômago mais elástico que os adultos.
Evite estresses desnecessários ao máximo.
ara analise parasitológica em microscópio, a primeira lição é saber que para identificar vermes não é necessário um microscópio com amplitude superior a 400 x, um pequeno investimento para um excelente retorno. Então vamos entender um pouco melhor os vermes e suas formas.
Agradeço a Josie do SimplyDiscus, a gentileza da seção das fotos publicadas neste artigo.
Votos que as informações abaixo os auxiliem no correto diagnostico e tratamento.
Parasitoses Intestinais
São doenças causadas por vermes e/ou protozoários.
A contaminação se dá pela ingestão de água contaminada ou fezes e a ocorrência em Discus é mais comum do que se pensa.
Neste artigo vamos tratar apenas dos vermes.
Platelmintos — Vermes Achatados ;
Os platelmintos (do grego platy, ‘chato’, e helmins, ‘verme’) são vermes, que de corpo achatado dorso-ventralmente. Os exemplos são as planárias, as tênias ou solitárias e o esquistossomo (somente a fêmea deste último constitui exceção, já que é cilíndrica). A a maioria é hemafrodita podendo ou não fazendo auto fecundação. São encontrados em ambientes aquáticos e algumas espécies podem infectar o homem.
O platelmintos é dividido em três classes: Turbellaria, Trematoda e Cestoidea

1-Turbellaria
A classe dos turbelários são platelmintos de vida livre e têm como representante a planária, habitante da água doce. Esses vermes têm epiderme ciliada com células glandulares secretoras de muco na face ventral do corpo. O animal desliza sobre o "tapete" viscoso que segrega, utilizando para isso a corrente de água que o seu epitélio ciliado produz. Em raras ocasiões, a planária desloca-se com movimentos de "mede-palmos" e pode até nadar à procura do alimento, quando provoca uma certa agitação ou "turbilhão" na água. Os turbelários são predadores e saprófagos.
2-Trematoides
Os trematódeos são platelmintos que perderam alguns caracteres comuns, sofrendo profundas transformações, com a atrofia ou regressão de certos órgãos e desenvolvimento de outros, com a finalidade de melhor se adaptarem aos hábitos parasitários. Possuem ventosas (que lembram buracos, daí o nome da classe) com as quais se fixam a certas estruturas do hospedeiro, podendo ou não alimentar-se por elas.
3-Cestoda ou Cestoides
Os cestóides ou cestódios (do rego kestos, ‘fita’ e eidos, ‘semelhante’) são vermes platelmintos de corpo alongado em forma de fita parasitas intestinais de vertebrados. Podem medir de alguns milímetros a muitos metros de comprimento. Ex: Taenia saginata, Taenia solium e Taenia echinococcus ou Echinococcus granulosus.
Nemaltelmintos
Os nematódeos (do grego nematos, ’filamento’, e eidos, ‘semelhante’) são cilíndricos e alongados. Corpo não segmentado e revestido de cutícula resistente e quitinosa. Sistema digestivo completo, possuindo boca e ânus. O sistema locomotor é estruturado em camadas musculares longitudinais situadas logo abaixo da epiderme. As contrações desses músculos só permitem movimentos de flexão dorsoventral. Não há movimentos laterais. Todos os nematódeos são unissexuados (animais dióico), ou seja, têm sexos separados — machos e fêmeas distintos.
Tratamentos:
Platelmintos: Praziquantel (Cestox, Sera Tremazol, Azoo Discus Ant-Endoparasits)
Nemaltelmintos: Levamisol ou Sera Nematol
LInks interessantes:
http://www.sera.de/fileadmin/epapers/aqua-health-pt
http://www.fishdoc.co.uk/microscope/micro01.htm
Agradeço a Josie do SimplyDiscus, a gentileza da seção das fotos publicadas neste artigo.
Votos que as informações abaixo os auxiliem no correto diagnostico e tratamento.
Parasitoses Intestinais
São doenças causadas por vermes e/ou protozoários.
A contaminação se dá pela ingestão de água contaminada ou fezes e a ocorrência em Discus é mais comum do que se pensa.
Neste artigo vamos tratar apenas dos vermes.
Platelmintos — Vermes Achatados ;
Os platelmintos (do grego platy, ‘chato’, e helmins, ‘verme’) são vermes, que de corpo achatado dorso-ventralmente. Os exemplos são as planárias, as tênias ou solitárias e o esquistossomo (somente a fêmea deste último constitui exceção, já que é cilíndrica). A a maioria é hemafrodita podendo ou não fazendo auto fecundação. São encontrados em ambientes aquáticos e algumas espécies podem infectar o homem.
O platelmintos é dividido em três classes: Turbellaria, Trematoda e Cestoidea
1-Turbellaria
A classe dos turbelários são platelmintos de vida livre e têm como representante a planária, habitante da água doce. Esses vermes têm epiderme ciliada com células glandulares secretoras de muco na face ventral do corpo. O animal desliza sobre o "tapete" viscoso que segrega, utilizando para isso a corrente de água que o seu epitélio ciliado produz. Em raras ocasiões, a planária desloca-se com movimentos de "mede-palmos" e pode até nadar à procura do alimento, quando provoca uma certa agitação ou "turbilhão" na água. Os turbelários são predadores e saprófagos.
2-Trematoides
Os trematódeos são platelmintos que perderam alguns caracteres comuns, sofrendo profundas transformações, com a atrofia ou regressão de certos órgãos e desenvolvimento de outros, com a finalidade de melhor se adaptarem aos hábitos parasitários. Possuem ventosas (que lembram buracos, daí o nome da classe) com as quais se fixam a certas estruturas do hospedeiro, podendo ou não alimentar-se por elas.
3-Cestoda ou Cestoides
Os cestóides ou cestódios (do rego kestos, ‘fita’ e eidos, ‘semelhante’) são vermes platelmintos de corpo alongado em forma de fita parasitas intestinais de vertebrados. Podem medir de alguns milímetros a muitos metros de comprimento. Ex: Taenia saginata, Taenia solium e Taenia echinococcus ou Echinococcus granulosus.
Nemaltelmintos
Os nematódeos (do grego nematos, ’filamento’, e eidos, ‘semelhante’) são cilíndricos e alongados. Corpo não segmentado e revestido de cutícula resistente e quitinosa. Sistema digestivo completo, possuindo boca e ânus. O sistema locomotor é estruturado em camadas musculares longitudinais situadas logo abaixo da epiderme. As contrações desses músculos só permitem movimentos de flexão dorsoventral. Não há movimentos laterais. Todos os nematódeos são unissexuados (animais dióico), ou seja, têm sexos separados — machos e fêmeas distintos.
Tratamentos:
Platelmintos: Praziquantel (Cestox, Sera Tremazol, Azoo Discus Ant-Endoparasits)
Nemaltelmintos: Levamisol ou Sera Nematol
LInks interessantes:
http://www.sera.de/fileadmin/epapers/aqua-health-pt
http://www.fishdoc.co.uk/microscope/micro01.htm
Uso do Metronidazol
O Metronidazol, 1-(b-hidroxietil)-2-metil-5nitroimidazol, é um composto ativo contra um amplo espectro de parasitas, protozoários anaeróbios e bactérias anaeróbias.
Observar que este remédio foi desenvolvido para humanos, pelo qual você deverá manter a temperatura do aquário sempre alta durante o tratamento sob pena de não surtir efeito.
Há uma pesquisa cientifica de grande valor para nós, sobre a aplicação do Metronidazol na aquariofilia, que norteia este tópico:
http://ukdiscus.co.uk/library/discus-health/spironucleus.html
Você poderá utilizar o composto na água em dois casos, infecção leve, grave, ou na comida.
Eu tenho utilizado com grande sucesso várias vezes conforme descrito no item 4.1.2.1.2 (tratamento na água).
Neste procedimento há duas características a saber:
1) a temperatura deve ser alta.
2) o metronidazol perde a sua eficácia a cada 8 horas (a luz também reduz a eficácia). Então deixar o medicamento no aquário por mais de 8h vc apenas gerará resistência do parasita ao medicamento.
"4.1.2.1.2 Dose 2 - caso grave ou reincidência
Isto ocorre quando o Spironucleus não foi percebido mais cedo ou seja, o disco demonstra uma mudança de comportamento indicativa; fezes brancas podem ser vistas em várias ocasiões e os peixes podem já não estar demonstrando excrementos visíveis, ou esta é uma repetição de um caso anterior caso de S. vortens; novamente grosseiramente identificado utilizando um microscópio óptico composto.
Tratamento:
O tratamento deverá ser executado em aquário hospital, sem filtro algum, apenas aerador e termostato,
- Realize uma troca de água de 30% antes de iniciar o tratamento,
_ Eleve e mantenha a temperatura em 32 C e aeração forte.
- Dissolva 400mg de metronidazol para cada 10 galões ou 37,8 L de água,
- Após 8 horas faça uma troca de água de 25% redosando em seguida 400mg de metronidazol para cada 10 galões (37,8 L),
Este ciclo deverá ser repetido por três dias.
Ao final faça uma tpa de 80% sifonando cuidadosamente o fundo.
Aos o tratamento retorne a temperatura lentamente a 29 C.
A dose de metronidazol pode ser aumentada ainda mais do que isso, eu tenho uma preferência pessoal por 500mg, contudo maior cuidado deve ser tomado e observações cuidadosas devem ser realizadas periodicamente.
Para tratamento em casos de menor gravidade a dosagem será reduzida para 250 mg dissolvidos em cada 38 L.
Para melhor dissolver o comprimido eu uso socar os comprimidos em pilão coletar e depois inserir em uma pequena garrafa de agua plástica agitando com vigor. Depois deposito a solução no aquário.
Lembrar que outros fatores sào importantes assim como a quantidade de remédio utilizado, para que realmente chegue onde é necessário. A sua eficácia é diretamente proporcional a dosagem, a idade, ao metabolismo, a temperatura, ao grau de infestação, a eficiência do sistema imunitário do peixe, etc.
Sucesso.
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